terça-feira, 14 de agosto de 2012

PAPIETAGEM – PAPELAGEM –PAPIER COLLÉ


Usa-se papel, suporte e cola

 em modelagens de objetos ou

 esculturas num mágico

 processo artesanal:



papéis rasgados (jornais, revistas, papel Kraft, papel de presentes, etc.), os quais são colados em camadas sucessivas sobre algum tipo de molde ou estrutura.

   

     No final, o arremate que

mais aumenta a beleza 

desse trabalho é o colorido

exuberante das tintas 

usadas!



 Antes a  papietagem era usada para criação  de máscaras para o teatro.




     Mas, com o tempo, a arte se aprimorou e hoje são feitos múltiplos trabalhos, os quais são visivelmente duráveis incentivando vários artistas a utilizarem essa  técnica fascinante e plena de perspectivas ante a criatividade infinita de cada um.



         

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

A arte do lixo



Papietagem, papel machê, modelagem, pintura, decoração... Reciclar!
Transformar o lixo em objetos personalizados e criativos.

Respeitar a natureza e reinventar valores estéticos e artísticos  através da criatividade e liberdade de transformar cada cadinho em novas formas e cores!
                                Nem tudo que parece... É!
O lixo (jornais, revistas velhas, embalagens descartáveis, etc)  parece ser algo pobre e marginalizado... 
Mas, ao visualizarmos a natureza e nos envolvermos com a energia cósmica da vida liberamos a criatividade inerente à todo ser humano. 
Enxergamos além... Recriando universos!




sexta-feira, 13 de abril de 2012

Portais do acontecer


           Nosso EU REAL e DIVINO 
                              é nosso verdadeiro LAR!

Nossos lares emocionais (egos?!)...
 Conhecem as trevas que aprisionam o direito de ser e sonhar!
Somos janelas da eternidade!
 Semiabertas de luz!

Janelas espirituais que entreabertas nos instigam a entendermos  chispantes horizontes de esperança.

Vidraças morais que revelam cenários de nuvens... Ensinando-nos  o equilíbrio do direito/dever!
                                                                                                                                               Janelas mentais buscam a loucura da razão do que cremos que seja...                                 Alforriam ou aprisionam!
                                                                                                           Abra sua alma 

e  reencontre  auroras

                                                 
 do compreender 
e respeitar!




Liberte seu coração!
 Permita que  cores chamejantes de perdão, harmonia, equilíbrio e paz iluminem seu existir!
Desate seus olhos... Veja!  Tantas cores germinantes em múltiplas tonalidades... Da mesma luz!
Somos originais, inéditos e únicos!



Somos diferentes!
Somos iguais!

TODOS... 

Filhos da luz!


Abra suas janelas e a claridade libertará todos os medos, preconceitos, egoísmos, ilusões, ambições desmedidas, orgulhos...

 Libere seus universos e outros sóis do acontecer:
 Vermelhos, brancos,  marrons, laranjas, ocres, amarelos, verdes, marfins, azuis, violetas, rosas, beges, pretos, lilás... 

VOCÊ... ELES...
 EU... 
                      NÓS...
Vida é fulgor!
Acendendo portais e janelas do existir e sentir...
Num infindo horizonte de almas entreabrindo-se para o desconhecido...

Anjos desprendendo o amor!
Humanos buscando serenidade... 
PAZ!  

                             



Pedaços do dia-a-dia

Às vezes, perco-me...
Nos entretons  do tempo!
Perdida... Repasso o passado!
Remota “era” do pensamento...
Renascendo à todo momento!   
Cada dor... Ou instante amado...
 “Hoje” é sopro ao vento?
Certas ocasiões, submerjo-me...
Outros caminhos almejando,


Cobiçando o futuro...

Restaurando o existente?
Caçando um  sonho seguro...
Decomponho-me mais gente!
Mas, o que procuro?
Desacertos consertando?!
Cada dia... Perco-me!
Torno a ser criança...
No cotidiano do “agora”!

Dia-a-dia, cativa do coração...
Ou prisioneira da razão?
Desvendo que vida não tem hora!
Vivo fragmentos de probabilidades...
Agora, repasso o tempo...
Reencontro  estilhaços...
Ontem, hoje e alguns pedaços   
É o “Aqui”, mero habitual...
O usual é sem igual...
Pois, se me perco do momento...
Relembro  tonalidades!
Perdidas no aqui e agora...

Às vezes, encontro-me...
Vez outras... Perco-me!


Diariamente submerjo-me...

Em habituais fatalidades...
Cores e fragmentos... Enfim!

Apenas, estilhaços de mim!

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Perante a imensidão dos sonhos, realidades e dimensões espirituais...
O horizonte sublime do amor mescla-se em nossas almas em cada cadinho do existir!
Gratidão e luz.... Obrigada,  amado JESUS! 

terça-feira, 21 de junho de 2011

ITUMBIARA LUZ!

Reflexo realista!
Às margens desse rio...
Eu choro e sorrio.
 Reflexo fatalista!
Liberto o viver cativo...
E torno-me novamente nativo!
Reflexo surrealista!
Espelho futurista!
ITUMBIARA... Eis que chama:
- Criança, seja raça soberana...
Menos imediatista!
Permita-se ser apenas... HOMEM!
Nessas ilusões que consomem...
Aventure-se  no infinito!
Assuma sua real face...
Não use disfarce!

Ouse ser apenas... 
VOCÊ!
E verá seu renascer!